Onde Está o Amor na sua Vida?

Onde Está o Amor na sua Vida?

Existem várias formas para o amor estar presente nas nossas vidas. Pode estar presente apenas através de um conceito, por sabermos o significado da palavra amor. Pode estar presente como um sentimento que preenche o nosso coração e o nosso espírito, mas que está sempre contido dentro de nós. Pode fazer parte da nossa vida como fonte que alimenta as nossas atitudes e gestos para connosco e com o próximo. A forma que o amor está presente na nossa existência é um reflexo de onde nos situamos no caminhar da nossa Senda.

Como conceito, não existe apenas um, nem o certo e o errado. Podemos até cada um ter o seu, mas, no final, a mensagem que transmite é a mesma. O amor é o sentimento que serena a nossa mente, o nosso espírito e o nosso coração. Como? Quando optamos por amar no lugar de sentir raiva, ódio, rancor, mágoa e ressentimento, conseguimos viver em paz connosco e com os outros. Conseguimos manter o nosso foco em pensamentos, sentimentos e energias positivos e bons para a nossa mente e para aquilo que vibramos.

Parece difícil. Eu sei. Para alguns parece mesmo impossível. Mas quando nos colocamos à prova e conseguimos superar todos os sentimentos causados por maus atos alheios e optamos por amar aquele que, de alguma forma, nos faz algum mal começamos a absorver a essência do amor e seus efeitos. Passamos a ser capazes de nos libertarmos de tudo que não é bom e positivo na nossa vida, de respeitar o próximo por dar a hipótese de aprender através dos seus erros e, acima de tudo, continuar a olhar para todos a nossa volta com ternura e, algumas vezes, com saudades. Isto é cultivar o amor dentro de nós. É transformar o conceito em algo que existe e habita no nosso ser.

Após experimentar algo tão grandioso, tão benéfico para o nosso bem-estar e que nos põe com outra perspetiva da vida e das pessoas, você pode e deve querer experimentar passar esta sua vivencia para os outros. Neste ponto de consciência, deixamos que o amor nos guie nas nossas atitudes, gestos, palavras, desejos e forma de estar perante todos os cenários da vida. Educamos o nosso instinto a fazer opções com base no amor pelo próximo. Assim como, instintivamente, quando queimamos a mão colocamo-la sob água fria, nos tornamos capazes de amar quem nos odeia, quem nos magoa, quem nos ofende, e deixamos que o universo faça a sua parte, no lugar de sermos nós a agir pelo universo.

De que forma o amor existe na sua vida?

Ainda não sente o amor presente como uma definição, como sentimento ou como algo presente na sua vida? Está tudo bem e está tudo certo. Como costumamos ouvir muitas vezes, o universo trata de colocar cada coisa no nosso caminho na hora certa. Se está aqui a ler este texto e se faz algum sentido para si, pode ser a hora de começar. Seja bem-vind@!

Vê-se nitidamente na fase em que o amor não passou de um conceito? Talvez, em algum momento do seu passado, amar foi importante para si. Por alguma razão, naquele momento, ficou pelo conceito. Mas como já ouvi algumas vezes na minha vida que tudo acontece na hora certa, estar aqui a ler este texto pode significar que é hora de continuar de onde parou. Faz sentido para si? Força!

Se possui um sentimento tão grandioso dentro de si, não o deixe preso. Não tenha vergonha de exprimir uma dádiva que é fruto do seu processo de transformação, da sua busca pelo bem, fruto do trabalho no foco e determinação que fez consigo própri@. Deixe-o sair cá para fora e junte-se à missão dos que tanto olham por nós.

Se o amor dentro de si já é um atributo que coloca em prática para si e para o seu próximo… então parabéns! Você faz parte de um exército importante para o mundo. O amor que carrega dentro de si e que emana pura e simplesmente na sua presença é responsável por coisas maravilhosas na sua vida e na vida de quem está a sua volta. Contribua não somente para alimentar este sentimento dentro de si mas também para cultiva-lo dentro dos outros.

O amor estará sempre dentro de cada um de nós se assim quisermos que seja. Amar é e será sempre uma opção nossa.

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